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As flores que nesta digressão apanham, levam-nas ambos ao Pai Celeste, para ele as fazer lá reflorir no empíreo mais formosas e odoríferas, imarcescíveis mesmo. Deus então aconchega ao peito essas flores, – e na que mais lhe apraz deposita um beijo. Esse beijo tem o condão miraculoso de inocular na flor animação e voz.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EDestarte a flor transfigurada passa a tomar parte também nos harmoniosos coros dos bem-aventurados. Assim falava um anjo de Deus na ocasião de transportar para a mansão celestial uma criança morta. E a criança escutava o anjo, absorta, embevecida, como se a envolvessem cintilantes brumas de um sonho fagueiro. E o anjo, conchegando ao regaço a criancinha, voava naquele momento por sobre os sítios, de que cila mais tinha gostado em vida, – jardins esmaltados de flores lindíssimas.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- Quais destas queres, perguntava o anjo, que daqui levemos para lá plantarmos no céu?\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EAconteceu passarem por junto de uma roseira magnífica. Mãos daninhas, porém, de qualquer mal-intencionado, haviam barbaramente praticado o acto brutal de quebrar-lhe o tronco, por forma que os desditosos ramos, carregadinhos de rubros botões prestes quase a desabrocharem, pendiam tristemente imurchecidos, enquanto de todo não secassem.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- Que dó que me faz o pobrezinho do arbusto! exclamou a criança. Ah! que se pudéssemos levá-lo connosco para ir lá no céu reverdecer e reflorir!…\u003Cbr \/\u003EFez-lhe o anjo a vontade e apanhou a roseira. Depois continuaram a colher flores de variadas castas, até reunirem um volumoso braçado.\u003Cbr \/\u003E– Parece-me que bastam agora já essas que levamos, observou a criança.\u003Cbr \/\u003EO anjo fez um aceno de condescendência, mas sem remontar ainda o voo para o firmamento. Começava a pronunciar-se cada vez mais a escuridão da noite incipiente. Reinava em torno um silêncio profundíssimo. Nisto aconteceu passarem quase rentes com uma ruazita estreita e sombria, em cujo pavimento jaziam dispersos, abandonados, desprezados por entre o lixo do solo, fragmentos de loiça quebrada, vidros partidos, chinelos velhos, farrapos e trapalhadas, que denunciavam esse conjunto de peripécias sempre mais ou menos inerentes a qualquer mudança de domicílio. Algum morador, que dali se ausentara, – ao transportar para a nova residência seus pobres tarecos, havia certamente arremessado à rua a inútil frandulagem de que já não precisava.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EPor entre estes destroços mostrou o anjo à criança os cacos de um vazito de flores. Junto aos cacos viam-se os torrões esboroados da terra que em tempo enchera o vaso. A um desses torrões prendiam-se ainda as raízes de uma singela planta campestre, com a sua florinha de mimosas cores imurchecida já e quase esfolhada, suja de pó, amachucada e pisada pelos pés dos transeuntes. E, ao mostrar-lha, disse o anjo à criança:\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- Levaremos também esta, coitada!, no caminho te irei contando os motivos.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EDepois começou a erguer, a erguer o voo para o céu. Foi então que o anjo deu princípio à narrativa seguinte :\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- Ali, naquela rua sombria que tu viste, morava numa espécie de toca uma criancinha enfermiça. Era um pequenito que nascera infezado e raquítico. Sua moléstia congénita impunha-lhe a necessidade tristíssima de permanecer quase sempre na cama. Se alguma vez acontecia sentir melhoras, o mais que lograva era percorrer o quarto em roda, amparado nas muletas. Quando chegava o estio, entravam-lhe pela janela uns raios de sol a iluminarem-lhe o acanhado âmbito do seu miserável domicílio. A criança aproveitava então a visita fugitiva daquelas ondulações luminosas e nelas se aquecia, e nelas buscava revivificar-se, como se fora aquilo a benéfica influência de um higiénico passeio pelo campo. Este pequenito nunca em sua vida tinha pois podido apreciar a magnífica verdura das florestas, e delas só podia formar uma longínqua ideia por algum ramo de faia que o filho do vizinho lhe trazia de tempos a tempos, como lembrança. Pegava então no ramo, e dependurava-o por sobre a cabeceira, fazendo assim de conta que estava repousando à sombra de virente arvoredo, com as ondulações doiradas de um sol em perspectiva e um delicioso chilreio de mil passaritos a encher-lhe de música os ouvidos. Numa bela manhã de primavera trouxeram-lhe umas flores do campo; casualmente uma destas vinha ainda com a raiz intacta. Tira-se de cuidados o pequeno, e trata de plantar cautelosamente o vegetalzito num vazinho de barro, que daí por diante ficou constituindo o seu constante enlevo, poisado no parapeito da janela, à ilharga do leito em que jazia. Plantado por mãos carinhosas, regado, tratado, acariciado, o vegetal campestre soube na sua humildade agradecer os afagos de tanta solicitude; em breve lhe pulularam viçosos rebentos; e todos os anos se desatava em novas flores, como a festejar o seu desvelado cultor. Para o pobre doentinho era aquilo o seu estimado jardim, o seu único tesouro neste mundo; queria-lhe com todo o afecto da sua alma; prodigalizava-lhe os seus mais encarecidos mimos; da água, que bebia, dava-lhe sempre as primícias; colocava-o de modo que nunca perdesse um raio sequer do sol que escassamente lhe entrava pela janela. E a humilde planta vegetava e desenvolvia-se; revestia-se cada vez mais de folhedo; toucava-se de botões que desabrochavam em flores; irradiava-lhe perfumes; parecia até sorrir-lhe com requintes de galanteio. Por sua parte o pequenito, – quando afinal Deus o chamou à sua eterna presença, – o pequenito, antes de soltar o derradeiro suspiro, inclinou-se comovido para a sua verde companheira e segredou-lhe de mansinho, muito de mansinho, as suas ternas, últimas despedidas. Faz agora um ano, que o pobre enfermo faleceu; e durante este ano todo lá ficou desprezada, esquecida a um canto, no mesmo parapeito da esguia fresta, a planta campesina em que outrora havia docemente concentrado seus cuidados e alegrias o infantil doentinho. Faltando-lhe os mimos, a que se acostumara, pouco a pouco murchou e se foi o triste vegetal mirrando, até que o próprio vaso agora lhe deitaram à rua, como inútil pejamento, por ocasião de sair dali quem habitava naquela mi­ serável toca. Foi esta a flor, que ora acabámos de cuidadosamente recolher de entre o lixo da rua; e, se em nosso ramalhete a arrecadei com tanto carinho, é porque, – onde a vês, amachucada, espezinhada, — causou já mais alegrias e mais enlevos, do que se fora uma flor raríssima no jardim de uma rainha!\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- E como é que tu sabes os pormenores todos dessa história? perguntou a criança ao anjo.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E- Como é que os sei? é porque se passaram comigo estas particularidades; o pequenito das muletas sou eu; não querias que reconhecesse a minha estimadíssima flor?\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EA criança olhou então deslumbrada para o rosto esplendoroso do anjo. Chegavam naquele momento às luminosas portas da privilegiada mansão, em que ninguém respira senão júbilo inefável e felicidade eterna.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EQuando o Pai do Céu estreitou em seus braços o corpinho da criancita morta, sentiu esta, como por encanto, despontarem-lhe milagrosamente nas costas duas azas brancas, muito brancas, de plu magem fina, acetinada, exactamente iguais às do anjo que o transportara.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EE ambos de mãos dados, agora perfeitamente idênticos na sua essência imutável, ambos gracio samente unidos em fraternal amplexo, foram então voando risonhos pela estrelada amplidão do empí reo.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EEm seguida recolheu Deus no regaço as flores que os recém-chegados lhe haviam trazido; todas amimou e agasalhou por igual; – mas na pobre planta que o anjo apanhara de entre o lixo, nessa, como se quis esse distingui-la com o privativo selo da sua espe­cial predilecção, depositaram seus divinos lábios um beijo.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003EÉ logo a florinha dos campos, que abandonada e desprezada jazera na lama da rua, de pronto renasceu transfigurada; brotou-lhe instantaneamente voz; incorporada no grupo infinito das criaturas angélicas que flutuam em torno do Omnipotente, ficou simultaneamente com estas entoando os solenes cânticos da felicidade celeste.\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cstrong\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003Econto de Hans Christian Andersen\u003C\/span\u003E\u003C\/strong\u003E\u003Cspan lang=\"PT-BR\" style=\"color: #7f7f7f; font-family: \u0026quot;Calibri\u0026quot;,\u0026quot;sans-serif\u0026quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 128;\"\u003E\u003Co:p\u003E\u003C\/o:p\u003E\u003C\/span\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http:\/\/byblosfera.blogspot.com\/feeds\/2066528334329113036\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http:\/\/byblosfera.blogspot.com\/2014\/10\/o-anjo-e-flor-do-campo-conto-de-hans.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http:\/\/www.blogger.com\/feeds\/4399691775561625486\/posts\/default\/2066528334329113036"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http:\/\/www.blogger.com\/feeds\/4399691775561625486\/posts\/default\/2066528334329113036"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http:\/\/byblosfera.blogspot.com\/2014\/10\/o-anjo-e-flor-do-campo-conto-de-hans.html","title":"O Anjo e a flor do campo, conto de Hans Christian Andersen"}],"author":[{"name":{"$t":"Bete"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03452496962413570333"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"24","height":"32","src":"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-09jTkm2qJHM\/VCPscPp9esI\/AAAAAAAAAOQ\/jj3io6pPHQE\/s1600\/*"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-bhvcBGC-Gd0\/VD2TeSUP4QI\/AAAAAAAAT5E\/s-77S9WfGEg\/s72-c\/imagesP402DYTK.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}}]}});